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The Hunger Games

Primeiramente eu gostaria de pedir desculpas por todo o tempo que fiquei sem postar. Eu estou fazendo cursinho, e ele tem consumido todo o meu tempo. Mas formalidades a parte, hoje eu vim falar sobre a minha mais nova obsessão, The Hunger Games (ou Jogos Vorazes, aqui no Brasil). E sim, eu tenho noção do quanto estou atrasada com esse post (eu li o livro na Páscoa!). Mas o filme ainda está nos cinemas e o livro ainda figura na mesinha dos best-sellers das livrarias, então tudo bem. Nesse post eu vou falar sobre o primeiro livro da série, e sobre o filme que foi inspirado nele. Vou guardar os dois outros volumes para um post futuro. O post será dividido em 3 partes. Na primeira, eu vou fazer um resumo geral, livre de spoilers. Depois virão um comparativo entre o livro e o filme, e as minhas opiniões sobre a série. Estão prontos para entrar na arena, tributos???? (Para os desesperados de plantão, não se preocupem. Eu aviso quando começarem os spoilers).

A História

(Ao som do hino de Panem pra tudo ficar mais épico)

Em um futuro distópico, toda a raça humana se concentra na nação de Panem, que se localiza no território correspondente aos E.U.A (não fica claro o motivo, mas o resto do mundo parece ser inabitável). Panem é composta por 13 distritos governados por uma capital. Enquanto os habitantes da Capital vivem em constante ostentação e frivolidades, os moradores dos distritos enfrentam sérias restrições (quanto mais afastado o distrito, mais miseráveis as condições de vida de seus habitantes).

Cansados de tamanha exploração, os habitantes do distrito 13 lideram uma rebelião contra a Capital, que fica conhecida como “Os dias escuros”. Com o fracasso dos rebeldes, a Capital se torna ainda mais opressora. O distrito 13 é destruído como medida exemplar e, para lembrar os horrores da guerra e funcionar como instrumento de terror e controle, a Capital cria os “Jogos Vorazes”.

Os Jogos são realizados anualmente. Para eles são sorteados (no processo conhecido como “a colheita”) 2 jovens (sendo um menino e uma menina) entre 12 e 18 anos de cada um dos 12 distritos restantes. Esses jovens passam a ser chamados de tributos, e são levados para uma arena onde deverão lutar até a morte, até que reste apenas um vencedor, que será coroado com status e riquezas. Num arranjo que lembra muito a política do pão e circo romana, os Jogos não servem apenas para controlar e oprimir a população, mas são a grande diversão anual dos habitantes da Capital! Os Jogos são um grande reality show, e os tributos são as celebridades do momento (a diferença com os reality shows atuais é que não apenas a fama dos tributos é passageira, mas também a sua vida nesse caso).

A história se passa anos depois da rebelião, e começa nas vésperas da 74ª edição dos Jogos, quando conhecemos a nossa protagonista Katniss Everdeen, uma menina forte de 16 anos que foi forçada a amadurecer muito cedo, que por um golpe de azar se torna o tributo feminino do distrito 12.

O livro e o filme

Simplesmente dizer que o livro é melhor que o filme pode parecer a coisa mais clichê do mundo, mas pra mim é uma verdade universal.  Antes de ver o filme, eu não sabia nada da história. Saí do cinema achando o filme super legal e já fui direto mergulhar nos livros da série.  O livro é superior ao filme em quase todos os sentidos. As questões importantes da história ficam mais evidentes no livro, e são elas:

  • A exploração e manipulação da mídia e o culto à celebridade;
  • A alienação das pessoas que não reconhecem a sua humanidade no outro (que permite que os habitantes da Capital vejam um bando de crianças se matando sem fazer nada, e encarar tudo aquilo como um grande evento. E se fossem os filhos deles?  O individualismo caminha para um ponto em que as pessoas não conseguirão mais associar a dor do outro com a sua própria?);
  • As diferenças sociais extremas e a indiferença com aqueles que sofrem;
  • A necessidade do público em ver cada vez mais violência e degradação na TV e a passividade com relação à isso (precisa ficar mais claro do que os programas principalmente da TV aberta cuja atração é expor os participantes ao constrangimento como maneira de provocar o riso? Ou as mulheres semi-nuas cuja imagem fica permanentemente degradada para divertimento de alguns? A audiência cada vez mais sedenta por violência, que se torna cada vez mais gráfica e mais explícita… a evolução natural disso não seria de fato um reality show onde as pessoas literalmente se matassem?);
  • O receio de um futuro cada vez mais controlado com as pessoas cada vez mais vigiadas e monitoradas.
  É por isso que Jogos Vorazes é tão interessante. É um blockbuster teen? É. Mas não pensem por um momento que ele é vazio.
Mas eu tenho um pouco de medo que crianças muito novas fiquem em contato com a série. Podem me chamar de chata e antiquada, mas eu acho que HG é violento demais e lida com questões muito sérias, além da compreensão das crianças. Só  o fato de ter se tornado o novo fenômeno teen é retrato de uma geração cada vez mais desejosa de violência. Tenho medo que os mais novinhos não entendam que a violência da série é contextualizada, e fiquem apenas “nossa que legal vou aprender arco e flecha pra matar todo mundo”. A violência de HG não é glamourizada, e ela não pode ser vista assim. Não existe na série a valorização do fetiche de matar (exceto nos tributos carreiristas, que são treinados pra isso e são pintados como verdadeiras máquinas letais). E pra entender o extremo desespero por traz da violência dos jogos, pra ter uma visão um pouco mais profunda além da “aventura assassina” que é a arena, tem que ter maturidade. Que eu tenho certeza que o bando de menininhas de 10 anos que eu vejo por aí com os livros da série não tem.
  E o filme só reforça a alienação. Qualquer discussão mais séria é jogada de lado por causa da violência e do romance. BORING! (Não que eu não goste das cenas de luta, o problema é pra quem só vai perceber isso).
  Mas nem tudo é tristeza nessa vida! O filme também tem uma sacada genial que é impossibilitada pelo ponto de vista da narração do livro. O livro é narrado em primeira pessoa e em tempo real, ou seja, nós só sabemos o que Katniss sabe, o que ela pensa e o que ela vê. Isso é positivo não só para nós conhecermos melhor a nossa protagonista, mas também dá um ritmo de leitura muito gostoso para o livro, já que você se sente ao lado da protagonista durante toda a ação (e isso potencializa absurdamente a tensão dentro da arena). Mas o que funcionou muito bem para o livro, poderia não dar certo no cinema. Para que o filme não fosse 2 horas e meia filmando Katniss, o ponto de vista adotado é totalmente diferente. Sim, ela ainda é a protagonista e está na grande maioria das cenas MAS com estratégicos cortes para a sala de controle. :D
  Os Jogos são um reality show. Ou seja, cada desgraça que acontece na arena é acionada por comandos em uma salinha, que nós não temos um vislumbre se quer no livro, já que Katniss está lá na arena, lutando. Mas no filme, nós temos acesso não só ao controle com os idealizadores dos Jogos, mas também ao lobby que os mentores dos tributos fazem para conseguir patrocínio para seus pupilos, aos apresentadores dos Jogos explicando para a audiência o que ocorre na arena, à reação do povo e a algumas cenas valiosas entre o presidente Snow, governante de Panem, e Seneca Crane, idealizador chefe dos Jogos. Pra mim, essas cenas foram o charme do filme, e espero que elas se repitam durante a franquia.
  Eu também não posso esquecer de comentar sobre o fato de que o filme reproduziu muito bem a atmosfera do livro. A miséria do distrito 12, a extravagância assustadora dos habitantes da Capital, o terror da arena, tudo está lá. E de uma forma geral eu gostei das atuações, com destaque para Jennifer Lawrence que está excelente como a protagonista Katniss Everdeen, e para Stanley Tucci que está brilhante como o excêntrico entrevistador Caesar Flickerman. Sério, ele rouba a cena toda vez que aparece, e arranca sorrisos da platéia. Ele tem exatamente o mesmo efeito que Caesar tem sobre o povo de Panem, ele está genial!

Depois dessa contextualização, o post cai pra discussão. Então se você não quiser nenhum tipo de spoiler, sugiro que pule esse pedaço e vá direto para a parte final, a opinião. Se você continuar lendo, eu irei supor que você já conhece a história ou que, assim como eu, é apaixonado por spoilers (que nem são muito comprometedores… eu não revelei nada que realmente irá prejudicar a experiência do filme ou do livro).

E vamos ao que todo mundo esperava. Uma das maiores diferenças entre o livro e o filme, mas que em ambos arrancou o coração do peito de fangirls desesperada. Vamos falar de amor.

O romance no livro é bem óbvio. Katniss ama Gale. Por um misto de inocência e exaustão, ela própria não é completamente ciente disso. Gale também é apaixonado por ela. Ponto. Eles viveriam suas vidas e eventualmente terminariam juntos se Katniss não tivesse sido mandada para a arena… ao lado de Peeta. O menino do pão. Que foi apaixonado por Katniss a vida toda, e que vai fazer o que for preciso para que ela vença essa edição dos jogos. Como estratégia para angariar patrocinadores, os dois bancam os “amantes desafortunados”. E a estratégia funciona por um bom tempo (se você está procurando spoilers do final, eu vou ser bem cruel e não vou dar nenhum).

O problema é que no livro fica claro o tempo todo que Katniss calcula todas as suas ações pensando na resposta que elas terão aqui fora. Cada vez que ela beija Peeta, ela quer receber comida. Só o fato de ela ter se aliado com ele na arena não foi uma ação totalmente desprovida de egoísmo, porque ela sabia que se não fizesse isso seria severamente mal julgada pelas pessoas de seu distrito. E acima de qualquer interesse romântico que ela possa estar começando a ter por Peeta, o fator que determina que eles se aliem É A CENA DO PÃO.

A cena do pão é o maior problema do filme. Se eles tivessem perdido 5 minutos a mais pra fazer a cena da forma correta, toda a relação entre Katniss e Peeta faria mais sentido. Ela não o ama, mas  é profundamente grata a ele!  Para você que já viu o filme e ainda não leu o livro, deixa eu te explicar como as coisas acontecem na verdade: após a morte do pai de Katniss, ela está passando por um momento de extrema fome e necessidade. Sua mãe entra em depressão e é incapaz de cuidar das filhas. Para que ela e sua irmã não sejam levadas para o serviço social, ela precisa dar um jeito de alimentar a família e fazer parecer que está tudo bem. Katniss ainda tem 11 anos, ou seja, ela não pode se candidatar mais vezes ao sorteio da colheita (cada vez extra que você coloca seu nome no sorteio se torna uma téssera, que consiste em um suprimento extra de grãos e óleo para um membro da sua família durante um ano. A maioria das pessoas mais pobres pega uma téssera para cada membro da família, mas ela precisa ter no mínimo 12 anos para participar). Incapaz de pegar tésseras e sem conhecer nenhum outro meio para sustentar sua família, ela vai até a parte comercial da cidade vasculhar as lixeiras à procura de alimento. Quando chega na lixeira da padaria da família de Peeta, ela é expulsa por sua mãe. O menino, comovido, bola um plano. Ele queima propositalmente dois pães. Sua mãe fica brava, o agride e o manda jogar os pães ruins aos porcos. Chegando na rua, Peeta remove a parte queimada do pão e joga a parte boa para Katniss.  Esse ato além de salvar a vida da família dela, também a dá experanças e motivações para conseguir outras fontes de alimento: seu pai era caçador. Ela então revive em sua mente as lembranças das caçadas e passa a sustentar a sua família com essa atividade.

E agora me diz. Quem que entendeu isso a partir da cena tosca do filme? Nela nós vemos um Peeta jogando um pão pros porcos e pra Katniss no meio da chuva. E…? Entendem o problema?  Se a cena do pão tivesse sido feita corretamente, ficaria muito mais claro o porque Katniss se esforça tanto para ajudar Peeta. Fora os sentimentos de gratidão REAIS que Katniss sente por Peeta, também é importante ressaltar que no filme não se percebe em momento algum Katniss calculando a reação dos expectadores do jogo. No livro, ela tem plena consciência do que está fazendo e calcula suas ações cuidadosamente (inclusive na cena final da arena, que obviamente eu não vou falar sobre).

Outra cena que deveria ter sido melhor trabalhada é a sequência final no trem (e a tensão antes da apresentação dos vitoriosos), que são ganchos deliciosos para a continuação do livro, mas que ficam enfraquecidos no filme.

Minhas considerações finais

Nem o livro nem o filme entraram pra listinha dos melhores que vi/li e que mudaram minha vida. A série é um blockbuster. Os livros são fáceis e rápidos e não levam à grandes reflexões (apesar de abordarem diversos temas interessantes, a discussão deles não é profunda). Ou seja, Hunger Games não vai mudar a sua vida, mas COM CERTEZA é entretenimento de primeira! Principalmente os livros! A história é dinâmica, empolgante, os personagens são interessantes e muitos deles carismáticos.

De todos os fenômenos da atualidade, Jogos Vorazes com certeza é o que mais me arrebatou por ser o mais adulto, por tratar de assuntos mais sérios e ter o plot que mais combina com o meu gosto pessoal. Em resumo: EU AMO JOGOS VORAZES pelo simples fato de que É LEGAL DEMAIS!

Quem me acompanha sabe que eu tenho uma tendência natural a ser fangirl, e um dos meus fandoms do momento é o de Hunger Games. Todos os gifs que eu usei nesse post não foram feitos por mim, mas pra quem quiser ver mais coisas legais de HG pode vistar a minha TAG do assunto no meu Tumblr pessoal.

XOXO

Mallu

Edição: Pessoal, por favor leiam o comentário da Erika (3 de Maio). Ela aborda questões que eu esqueci enquanto escrevia o post… shame on me!

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Sobre Gabriela N.

Apaixonada pelo cinema e pela literatura. Devota das artes e das ciências sociais e humanas. Fangirl, geek, CDF... Clichê.

10 comentários em “The Hunger Games

  1. Adorei seu Post , Mallu ! Você escreve muito bem e sua opinião é muito interessante . As pessoas andaram me perguntando o que eu achava do filme e eu dizia ” Gostei , é legal …” mas não sabia dizer o que faltava e realmente era isso , de ele abordar assuntos adultos e interessantes mas não chegar a fundo … e realmente , a cena do pão …. D:
    Beeeijosss Ferfa

    • Muito obrigada Fê! Apesar de que estava todo mal escrito e cheio de erros de concordância (que eu arrumei agora depois de ler novamente XD). Mas então compartilhamos a mesma opinião sobre o filme!!!
      E a cena do pão… sem comentários. hahahahahahaha
      Bjoo

  2. Parece que você leu meus pensamentos :O

    Mesmo eu tendo amado o filme e etc, eu queria que essas cenas “cruciais” de que você falou tivessem sido melhor representadas. Durante o filme inteiro, eu me perguntei se uma pessoa que não soubesse nada de THG iria sacar todos os acontecimentos com a mesma profundidade transmitida pelo livro. E eu acho que a resposta é negativa, porque, como você disse, a versão cinematográfica de Jogos Vorazes foi produzida com o simples intuito de vender, tal como Harry Potter e Crepúsculo.

    E eu também achei ótimas as cenas exclusivas do filme! =) Mesmo tendo sido bem curtinhos, eu tenho certeza de que os diálogos entre o Snow e o Seneca Crane (que, aliás, tinha uma barba muito top e chique XD E, no filme, ele era um personagem super carismático. Um dos meus preferidos!) ajudaram bastante na compreensão do enredo por quem não tinha entendido direito o que se passava no filme.
    Outro ponto do filme de que eu gostei bastante também foram as cenas mostrando a rebelião do Distrito 11 depois do que aconteceu com a Rue nos Jogos. Aquilo deu uma boa dimensão da série toda; dá pra notar que vai vir muito mais coisa nos próximos filmes.

    Eu adorei toda a sua análise, Mallu! =) Você descreveu muito bem os pontos complexos de THG. Não é MESMO a melhor série de todas, até porque, como você disse, é um blockbuster teen. Mas a história é muito mais elaborada e bem-entrelaçada que a maioria dos outros “fenômenos teen”, e alguns dos assuntos abordados nela, realmente, não são para criancinhas.

    E, no geral, também gostei mais do livro do que do filme. Vamos ver se o próximo diretor acerta na medida do segundo filme x) Mas essa foi, de longe, a minha adaptação de livros teen preferida. Se compararmos (de novo) com os filmes de HP, Crepúsculo, Percy Jackson etc, acho que Jogos Vorazes vai longe =D

    • Como sempre né KK?

      Mas não é? O filme já é longo, se eles tivessem perdido 10 minutos a mais pra fazer a cena do pão e do trem direito, o filme todo faria mais sentido! E eu que vi o filme antes de ler o livro, posso te confirmar que não dá pra sacar tudo. Só da segunda vez que eu fui ao cinema, depois de ter lido os livros que entendi melhor algumas cenas do filme (que são super importantes pra história, mas passam desapercebidas pra quem não leu o livro).

      Nossa verdade! Esqueci de falar da cena da rebelião! Também foi uma das minhas cenas favoritas, além de contextualizar a tensão dos distritos e fazer gancho pros demais levantes que virão, ela também vai servir de base pra cena de insubordinação coletiva no distrito 11 quando todos fazem o gesto simbólico do 12 (POR SINAL OUTRO PROBLEMA DO FILME! NINGUÉM EXPLICA NADA! É SUPER ALEATÓRIO E JOGADO! Lembra que no cinema eu te perguntei o que era aquilo de beijar os dedos e levantar o braço? Ninguém entende essa parte sozinho!). Muito obrigada por me fazer lembrar de partes tão importantes que eu esqueci de mencionar na resenha! Principalmente porque a cena da rebelião do 11, deixando claro que vai ter uma guerra civil no futuro, que foi a grande responsável por eu ter ido em busca dos livros (não resisto a um plot com guerra civil XD).

      Só como prêmio por vc ter sido uma menina tão prestativa para esse post, aqui está de presente um gif (que eu achei no tumblr, não é meu) da melhor cena: o Gale sendo corno:

      Muito obrigada pelos elogios à resenha, e por ter acrescentado tanto com o seu comentário!
      bjoo

  3. Concordo com muita coisa que você disse, Mallu. By the way, post incrível o seu.
    Assisti ao filme antes de ler os livros, então achei que ela super estranha a “paixão” repentina da Catnip. Também reparei a mudança no ponto de vista e adorei como ficou, bem por causa das cenas em que decidem o que vai acontecer na arena. É bom também as adaptações terem algo de diferente, desde que não prejudiquem a história. (Cof, cof, Percy Jackson, cof, cof.)
    Acho que isso é tudo. Beijos!

    • Muito obrigada pelos elogios, Roberta!
      Sim, eu também vi o filme antes de ler os livros. Eu vi no cinema, li a trilogia e voltei ao cinema hahahahaha
      Todo mundo fala mal desse filme do Percy Jackson, eu nunca assisti/li… MEDO!
      xoxo

  4. volta pro yo nihon tbm mallu ~~ô~~

  5. Muito bom, mesmo….
    adorei…
    eu li o livro antes de sair o filme e eu imaginei a Katniss bem mais bonita do que no filme hahahaha

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